Gnucash versus JUMSOFT Money

6 mar

Desde antes de 2005, utilizo o Gnucash para controle de gastos (e investimentos). Desde dezembro de 2010, tenho utilizado o JUMSOFT Money no Macbook Pro de 13 polegadas.

Porém apesar de certo tempo de utilização em março de 2011, ainda não utilizo o Money para acompanhar investimentos (fundos, não poupança), e portanto esta parte ainda não está coberta. Assim que for testado, adicionarei informações comparativas nesta área também.

Na comparação abaixo, colocarei em negrito as vantagens de cada software e em itálico vermelho as desvantagens.

Sistemas suportados: sem vencedor

  • Gnucash: Windows, Linux, Mac OS
  • Money: Mac OS, iOS

Entrada de dados: vitória do Gnucash

  • Gnucash: pode mover o cursor com o teclado, adicionar entradas simplesmente digitando os valores (os campos se auto-completam e na digitação do campo Payee no caso a conta debitada, ao se digitar “:” completa-se e abre as sub-contas respectivas). Também dá pra configurar pra tratar as entradas como centavos, sem necessitar adicionar vírgula/ponto mas tendo de adicionar dois zeros nos valores inteiros. Porém o Gnucash tem um bug de usabilidade no Mac OS: às vezes, ao focalizar o aplicativo via alt-tab, deve-se dar inúmeros tabs até focalizar o registro de entrada.
  • Money: para adicionar um ítem ou editar não é tão simples assim, deve-se acionar os atalhos command-N e command-I respectivamente. E pra entrar com transferências/depósitos (por default entra-se despesas, ou withdrawals) é preciso selecionar com o mouse (pois não dá pra selecionar o campo com a tecla tab), impossibilitando a entrada exclusivamente pelo teclado.

Entradas programadas/recorrentes: sem vencedor

  • Gnucash: Existe um editor de contas programadas podendo escolher com quantos dias de antecedência a entrada é criada, mas para editar é preciso abrir com o mouse uma aba separada e confirmar a modificação.
  • Money: as entradas somente são criadas na data porém dá pra modificá-las na aba Bills tão acessível quanto as outras contas como uma entrada normal (com o atalho command-I)

Sincronização com gadgets: vitória do Money

  • Gnucash: sem sincronia com gadgets
  • Money: sincroniza com dispositivo iOS, detectando automaticamente quando a app grátis Money é aberta no dispositivo conectado na mesma rede do Mac OS (via wifi ou Internet tethering)

Importação de dados: sem vencedor

  • Gnucash: importa CSV, QIF, OFX e outros formatos exóticos
  • Money: importa QIF, CSV e OFX

Exportação de dados: vitória do Money

  • Gnucash: exporta somente nos formatos nativos (XML e SQLite 3). Observação: versão atual, 2.4. Na versão 2.2 e anteriores não tinha SQLite 3.
  • Money: exporta nos formatos portáveis QIF e CSV

Relatórios: vitória do Gnucash

  • Gnucash: Tem relatórios pré-definidos bastante úteis, como o gráfico de receitas/despesas, portfólio de investimentos (todas as contas que não usam uma moeda padrão, mas índice de fundos), entre outras, com intervalo de datas configurável.
  • Money: tem uns relatórios pré-definidos, mas que porém não funcionaram (o relatório Spending By Category mostrou todos os valores zerados)

Investimentos: vitória do Gnucash

  • Gnucash: Pode ser criar novas “moedas” que refletem a cotação de fundos com até 8 casas decimais  (Tools->Secutiry editor: Fraction traded: 1/100000000)  e criar contas de investimento baseadas nestas moedas.
  • Money: Ao criar uma conta de investimento só aparecem moedas para escolher, sem possibilidade de criar índices de fundos.

Acesso a dados: vitória do Money

  • Gnucash: Tem um formulário de busca que abre uma nova janela de resultados (pessoalmente nunca utilizei). Opcionalmente os dados podem ser ordenados por um menu de contexto que abre uma janela de seleção
  • Money: Tem uma barra de busca que filtra resultados da conta atual ou de todas as contas (caso a aba Transaction Center esteja selecionada) e com um simples esc volta a mostrar todos os dados. Além disso, os dados podem ser ordenados simplesmente clicando no campo desejado

Conclusão: Gnucash 3 x Money 3

A grande deficiência do Gnucash é, evidentemente, sua incapacidade de exportar para formatos compatíveis, como QIF e CSV. Além disso, o Gnucash não tem um iPhone companion, para entrada de dados on-the-go. Portanto, nesta fase de testes, utilizo o JUMSOFT Money para entrar e reconciliar os dados, e depois repasso pro Gnucash, enquanto não acho uma alternativa melhor que suporte relatórios e investimentos (iBank talvez seja o próximo assunto desta série de artigos).

Unindo o melhor dos mundos com as locales pt_BR e en_US

20 mai

No ubuntu as locales, variáveis que começam com LC_ e LANG/LANGUAGE, determinam em quais idiomas iremos interagir com o desktop.

Nós brasileiros podemos utilizar pt_BR para ter menus, mensagens, formatos: data, hora, monetário, separador de milhares no nosso formato nativo, ou então utilizar o padrão en_US. O problema ao se utilizar o pt_BR, é que quando nos deparamos com mensagens de erro e googlamos por elas, não conseguimos encontrar a solução. Portanto o ideal é: mensagens de erro (e também opções de menu, ajuda, etc.) em inglês e os formatos na localidade brasileira.

Para tanto, é preciso adicionar as seguintes linhas em /etc/environment e /etc/default/locale (na minha experiência deixando LANG em pt_BR continuou com mensagens em en_US):


LANG=pt_BR.utf8
LANGUAGE=en_US.UTF-8
LC_CTYPE=pt_BR.UTF-8
LC_NUMERIC=pt_BR.UTF-8
LC_TIME=pt_BR.UTF-8
LC_COLLATE=pt_BR.UTF-8
LC_MONETARY=pt_BR.UTF-8
LC_MESSAGES=en_US.UTF-8
LC_PAPER=en_US.UTF-8
LC_NAME=en_US.UTF-8
LC_ADDRESS=en_US.UTF-8
LC_TELEPHONE=en_US.UTF-8
LC_MEASUREMENT=pt_BR.UTF-8
LC_IDENTIFICATION=en_US.UTF-8
LC_ALL=

e seja feliz.

Drag’n'Drop, Hashes MD5 no Ubuntu!

22 dez

Após muito pesquisar no Google, vi que estamos ainda, usuários do Ubuntu, relegados a abrir um terminal toda vez que queremos verificar a Hash MD5 de um arquivo (para comparar se dois são iguais, e também verificar autenticidade de arquivos baixados da internet). No Windows, beleza, tem o freeware Hash Tab que adiciona uma tab nas propriedades de arquivo para esta função. Mas para Ubuntu, em ambiente Gnome, ainda não passa de uma idéia (http://brainstorm.ubuntu.com/idea/2139/). Pois bem, em atenção ao princípio de que em software livre os usuários também devem colaborar se não a coisa não anda, resolvi publicar o script, que coloquei na área de trabalho como lançador (comando = “~/bin/gmd5sum %u” com argumento %u pois assim basta arrastar e soltar um arquivo para verificar sua checksum).

Como sabemos que os discos rígidos são a parte mais lenta de um computador, e para calcular uma hash MD5 de um arquivo com vários gigabytes pode levar muito tempo (pois ele tem que ler todo o arquivo) então coloquei um limite, de 4Gb = 4096 Megabytes, onde passando disso o script se recusa a executar. Isto pode ser configurado, alterando a linha, TOO_HIGH_SIZE=4096, para o valor desejado.

Dito isto, este é o script (basta copiar e colar num arquivo, torná-lo executável e criar um lançador pra ele na área de trabalho conforme explicado acima):

#!/bin/bash
#Configurar tamanhos altos e altos de mais (em Mb): alto, mostra mensagem informativa 
#e alto demais, emite mensagem de erro sem calcular checksum
HIGH_SIZE=100
TOO_HIGH_SIZE=4096
FILE="${@}"
if [ "x$1" = "x" ]; then
	xmessage "Erro: nenhum arquivo indicado para calcular md5 sum"
	exit 1
fi;
SIZE=$(ls -l "${FILE}"|awk '{print $5}')
SIZE_HUMAN=$((SIZE/1024/1024))
if [ $SIZE_HUMAN -gt $TOO_HIGH_SIZE ]; then
	xmessage "Erro: '$FILE': tamanho de arquivo muito grande ($SIZE_HUMAN > $TOO_HIGH_SIZE Mb)"
	exit 1
fi;  
if [ $SIZE_HUMAN -gt $HIGH_SIZE ]; then
	xmessage "Calculando checksum de arquivo com $SIZE_HUMAN Mb..." -nearmouse -timeout 5 -buttons Ok:0,Cancelar:1
	if [ $? -eq 1 ]; then
		xmessage -nearmouse -timeout 5 "Operacao cancelada pelo usuario..."
	        exit 1
	fi
fi

MD5="$(md5sum "${FILE}")"
xmessage "$MD5 ($SIZE bytes = $SIZE_HUMAN Mb)"

Conserto de arquivos MP3 com tag ‘Artist’ nula ou incorreta

26 abr

[17/05/09 Edição: este artigo foi escrito antes de eu ter descoberto o MusicBrainz para corrigir tags de álbuns MP3 e o Quod Libet para playback. Se bem que serviu como exercício de programação em bash, caso eu ache algum bug nestes softwares e tenha que corrigir manualmente alguma coisa...

[06/02/10 Edição: para rodar este script, é necessário o pacote mp3info. O Quod Libet é uma bosta, uso o Rhythmbox que atualiza automaticamente sua biblioteca quando as tags dos arquivos são modificadas no MusicBrainz (pacote picard) , e dá pra fazer umas correções de tag simples dentro do próprio Rhythmbox, além de vir instalado como padrão no Ubuntu. De qualquer forma, continua a dica do comando mp3info para descobrir tags de arquivos mp3]
Amarok aberto, o usuário rola o painel com nomes de artistas abaixo esperando encontrar aqueles arquivos de seu artista predileto que baixou sei lá de onde. Porém não encontra. Vai no diretório dos arquivos baixados e pra sua surpresa a tag ‘Artist’ está em branco ou pior, incorreta. São muitos arquivos, várias pastas de diferentes álbuns e shows etc. Abrir as propriedades de cada arquivo e consertar cada um será uma tarefa altamente repetitiva. O que fazer? Rodar o script verifica_artista_mp3.sh "<nome_correto>"!

Desconfiando que uns arquivos de um diretório poderiam estar com tag incompleta, abri o terminal e verifiquei

Desconfiando que uns arquivos de um diretório poderiam estar com tag incompleta, abri o terminal e verifiquei

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Singularidades de EDO de segunda ordem

10 abr

Considere a equação diferencial de segunda ordem

\frac{d^2y}{dx^2}+P(x)\frac{dy}{dx}+Q(x)y = 0
onde P(x) e Q(x) são polinômios reais.

Analisamos esta equação num ponto x_0 do domínio.

Se o \lim_{x\to{x_0}}^{P(x)} é finito e \lim_{x\to{x_0}}^{Q(x)} também, o ponto é ordinário.

Se um dos dois forem iguais a \infty trata-se de um ponto singular.
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Octave: configurando para evitar sutilezas

6 abr

Duas sutilezas frequentes no Octave:

  1. Toda vez que o comando “help” é executado, além do “help” aparece no final um texto genérico sobre sites de internet etc. que ocupa 7 linhas inteiras.
  2. O octave continua rodando versões anteriores de arquivos de funções mesmo após terem sido modificados durante a sua sessão, forçando o usuário a “reiniciar” o octave para carregar novamente os arquivos editados

Soluções
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Octave: gravar PNG e visualizar 3-D, os dois mantras da funcionalidade

6 abr
Um plot da função (x+y)*seno(x) no intervalo [-3,2]*[0,2]

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Dual boot Vista/Intrepid em RAID0 (nForce)

4 abr

O Windows Vista reconhece automaticamente o RAID0 da NVIDIA. A nova versão, Seven, também provavelmente reconhecerá.
Com o Vista instalado em sua partição, partiremos para a parte mais difícil, a instalação do Ubuntu Intrepid X86_64
Estes são os passos seguidos (YMMV):

  1. Boot do Live CD
  2. Ativar a conteúdo comunidade (em Canais de software)
  3. Abrir  terminal:
    sudo apt-get install dmraid
    sudo modprobe dm-raid4-5
    sudo dmraid -ay
    ls  /dev/mapper # pra conferir se as partições aparecem.
    
  4. No meu caso:
    Coloquei os dois discos da arranjo nas portas SATA2 e SATA3, assim ficou
    nvidia_adegbbba
    nvidia_adegbbba2 Vista
    nvidia_adegbbba3 /home
    nvidia_adegbbba4 NTFS (armazenamento, na parte mais lenta do array)
    nvidia_adegbbba5 SWAP
    nvidia_adegbbba6 /
  5. Na primeira rodada do ubiquity, apenas configura-se o particionamento e reinicia. Na segunda rodada é que se faz a instalação após repetir passos 1-3. Atentar para no fim da instalação selecionar opção avançada->não instalar o grub.
  6. Continuando, comandos para o pós-instalação… Continue reading 

Sincronização do Evolution com Scheduleworld no Ubuntu Hardy

27 fev
  1. Adicionar a seguinte linha no /etc/apt/sources.list:
    deb http://www.estamos.de/download/apt stable main
  2. aptitude update
  3. aptitude install syncevolution (responda “Sim” ou “Yes” de acordo com o idioma utilizado etc.)
  4. (supondo cadastrado no scheduleworld.com com nome de usuário xx e senha yy)
  5. USER=xx PASSWORD=yy syncevolution --configure --sync-property "username=$USER"  --sync-property "password=$PASSWORD" scheduleworld
  6. Para sincronizar: syncevolution scheduleworld (dá pra criar um link na área de trabalho para agilizar no dia-dia)
  7. Em caso de falhas: less  /tmp/SyncEvolution-${USER}-scheduleworld/client.log (se der erro de evolution com lista de endereços abrir o evolution, anotar nome da lista principal – por exemplo, “Pessoal” – e corrigir configuração com  syncevolution --configure --source-property evolutionsource=Pesssoal scheduleworld addressbook)
  8. Os dados de calendário, lista de endereços, notas e tarefas estarão sincronizados no Scheduleworld, permitindo a fácil sincronização com celulares, PDAs, Outlook etc. Só o gmail parece que tem uns problemas no momento (toda vez que sincronizo recebo uma mensagem “Google autoSync failed”.

Mudança

18 ago

Devido à questões técnicas, o conteúdo deste blog não será mais atualizado, e o conteúdo antigo passou a ser hospedado neste site.

Atualização (27/02/2009):
Parece que este site está inacessível no Brasil (talvez uma falha de configuração da conta no Freeshell). De qualquer forma estou voltando a postar aqui conteúdos de referência (caso perca todos os dados de um backup mal-feito, ainda posso consultar informações úteis aqui)

Como conectar o Motorola ROKR E2 com um Desktop Linux em rede

1 mar

1. Configuração do celular

Entre em configurações, depois em conexões, e, em USB, selecione USB NET. Caso não apareça na lista (caso só a pareça as opções de memory card e usb modem), será necessário atualizar a firmware para uma versão mais nova, vide este site .

2. Configuração do computador

Vamos precisar dos módulos: usbnet, mii, cdc_ether e não podemos esquecer do cdc_subset (podem ser encontrados e drivers -> net -> usb no make menuconfig)

Ok, módulos carregados, basta conectar o cabo USB e configurar a rede com o comando:

ifconfig usb0 inet 192.168.1.1 up

Podemos testar com:

[root@localhost linux-2.6.22-0.ydl.rc4]# ping 192.168.1.2
PING 192.168.1.2 (192.168.1.2) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.1.2: icmp_seq=1 ttl=64 time=6.20 ms
64 bytes from 192.168.1.2: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.842 ms

Ou, melhor ainda…

[root@localhost linux-2.6.22-0.ydl.rc4]# telnet 192.168.1.2
Trying 192.168.1.2...

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Arquivos copiados de partições Windows aparecem verdes? Eis aqui a solução.

9 fev

Em qualquer migração para o sistema Linux, invariavelmente temos que mover/copiar os arquivos que usávamos no Windows, afinal de contas, trata-se de uma migração, e queremos ter acessos aos arquivos da mesma forma que no sistema anterior (bom, não exatamente na mesma forma, já que o OpenOffice não abre arquivos .docx, .xlsx e .xlsxm do Office 2007). Então, copiados os arquivos, eles aparecem verdes na listagem de diretórios do terminal. Como cenários parecidos com este de cópia de arquivos tem se tornado freqüentes, decidi automatizar o processo de “conserto” das permissões dos arquivos e diretório através do seguinte script bash, nomeado bin/unvfatize.sh
:

#!/bin/bash
#este script, corrije permissões de arquivos vindo de partições VFAT/NTFS
#Compatível com nomes de diretório contendo espaços (tm)

dir="$@"
if [ -z "$dir" ]; then
        echo No directory name given, using actual directory in 5 seconds, press ctrl-c to cancel...
        sec=5
        while [ $sec -ge 0 ]; do
                sleep 1
                echo -n "$sec "
                sec=$((sec-1))
        done
        dir=.
fi
echo -n "Analyzing directory infra-structure..."
mb=$(du -sm "${dir}"|awk '{print $1}')
echo "Will fix $mb MB of data"
echo Fixing Directory permissions...
find "${dir}" -type d -exec chmod 0755 \{} \;
echo Fixing File permissions...
find "${dir}" -type f -exec chmod 0644 \{} \;
echo Done.

Como transformar o Playstation 3 num super-computador

19 jan

ALERTA: caso esteja jogando jogos no PS3, e deseje preservar o progresso já feito, e não ter que passar de fase de novo, é necessário fazer backup dos dados antes de formatar o HD. Para tanto, conecta-se um HD removível ou pen-drive USB e seleciona-se a opção adequada no menu. Geralmente em 10 minutos mais ou menos todo o conteúdo (incluindo jogos, demos, atualizações de jogos, vídeos, música etc) é salvo. 

Super-computador o Playstation 3 já é, falta apenas instalar o software. Segue procedimentos de instalação do ambiente de programação (versões 2.1 ou 3.0) no Linux (Yellow Dog, Fedora)

CELL SDK 2.1 –> Yellow Dog Linux 5.0.2
como: http://ftp.yellowdoglinux.com/pub/yellowdog/betas/Cell_SDK_2.1/INSTALL.txt
testado: sim

Bom, o processo foi relativamente simples, basicamente bastou baixar uns 184 Mb de rpm’s (cell sdk 2.1 + glibc 2.5) , e copiar e colar os comandos, e o principal: finalmente consegui rodar o programa Hello World, depois de ter tentato no Fedora 8 e Debian testing e nao conseguido. Pena que tive que formatar o disco para poder instalar o Yellow Dog, ja que nao consegui instalar dois linuxes ao mesmo tempo no PS3, como tinha planejado.

CELL SDK 3.0 -> Fedora 7
usando o kernel: 2.6.21-1.3194.fc7
testado: sim  Continue reading 

Presente de natal: função do Matlab para conversão de bases numéricas

21 dez

Esta função levei uma hora de estudo para desenvolver, lendo o primeiro capítulo de Shokranian, Salahoddin. Criptografia Para Iniciantes (Brasília: Editora UnB, 2005)

o M-file pode ser baixado clicando aqui

%REPRESENTA Representação de um número decimal em uma base arbritrária
%
%   [M,S,Z]=REPRESENTA(K,B) retorna a representação do decimal K na base B
%   colocando a representação numérica no vetor M, a representação em
%   uma string de soma potências em S e a mesma representação
%   desconsiderando zeros na string Z
%
%   M=REPRESENTA(K) retorna a representação do decimal K na base binária
%   no vetor numérico M
%
if nargin==2
    b=varargin{1};
else
    b=2;
end
s=sprintf('base: %d',b);
disp(s);
m=[];
while k>0
    %k
    %disp('novo algoritmo');
    m=[mod(k,b) m];
    k=floor(k/b);
    %[k m]
    %pause
end;
s='';
z='';
for n=1:length(m);
    %na representação binária, podemos tanto mostrar...
    s=strcat(s, sprintf(' + %d*%d^%d',m(n),b,length(m)-n));
    %... como omitir os zeros
    if(m(n))
        if(m(n)==1)
            z=strcat(z, sprintf(' + %d^%d',b,length(m)-n));
        else
            z=strcat(z, sprintf(' + %d*%d^%d',m(n),b,length(m)-n));
        end
    end
end
s=regexprep(s,'^ \+ ','');
z=regexprep(z,'^ \+ ','');
disp(s);
disp(z);

Usando Tungsten E2 no Windows Vista

2 dez

A palmOne disponibilizou no seu site, versão Estados Unidos, na seção de downloads, uma versão beta de seu novo software de sincronização de dispositivos móveis, o Palm Desktop 6.2.1

Já é possível utilizar este dispositivo junto com o mais recente sistema da Microsoft, sem ter de recorrer a versões anteriores, porém, a cada sincronização surge uma mensagem de erro:

Failed to Backup 1 File(s)
PM Trace Database
Protocol Error: Handheld File could not be opened (4004)
SYNCERR_FILE_NOT_OPEN.
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Intercâmbio de dados entre aplicativos OpenOffice.org

18 out

Esta dica vale para o OpenOffice.org 2.3, que tenho instalado na minha máquina, e a fonte é o guia do Base 2.3, porém creio que funciona em outras versões do OpenOffice, em particular a 2.0.
É o seguinte: o OpenOffice Base oferece melhor suporte à integridade dos dados, por exemplo você pode especificar um campo como chave (key) e escolher para não ter repetições, assim você evita colocar um mesmo conjunto de dados duas vezes, evitando conflitos, disparidades, desconexões, confusões etc.
Para fazer isto suponho primeiramente que já existe uma base de dados no Base (pode ser uma tabela ou uma view, que pega dados relacionais de diversas tabelas, de uma forma conveniente) e pode ou não ter um documento no Writer esperando para ter os campos variáveis preenchidos automaticamente (e te salvar do trabalho tedioso de preenchê-los manualmente).
Para concretizar este objetivos seguiremos dois passos simples e objetivos:

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Segurança Windows XP

14 out

Para manter o Windows XP um poco mais seguro, pode-se adotar algumas das seguintes medidas:

1. Desabilitar DCOM. Se você não sabe o que isto significa, provavelmente não precisa ter este serviço ativado e pode desabilitá-lo, teclando Windows+r (um atalho para Iniciar->executar), digitar “dcomcnfg”, abrir o ítem “Serviço de componente”, em seguida “Computadores”, dar um clique com botão contrário em “Meu computador”, selecionar Propriedades, aba “Propriedades padrão” e desabilitar a checkbox “Ativar DCOM neste computador”.

2. desabilitar compartilhamento de arquivos e impressoras. A não ser que se esteja numa rede empresarial, onde é necessário acessar impressoras de rede e pastas em outros computadores, pode-se desabilitar abrindo Conexões de rede, clicando com o botão contrário na conexão de rede que te dá acesso à internet, selecionando propriedades e desmarcando a checkbox “Compartilhamento de arquivos e impressoras para rede” onde tiver uma lista de protocolos (na aba geral para conexões ethernet/wi-fi e aba Rede para conexões dial-up)

3. Configurar o Windows Explorer para deixar de esconder as extensões dos arquivos, para evitar rodar arquivos com extensão escondida como Song.mp3.exe ou Hotpix.jpg.scr, para isto no Windows Explorer selecione Ferramentas->Opões de pasta e na aba “Modo de exibição” assegure-se de deixar desmarcada a checkbox “Ocultar as extensões dos tipos de arquivo conhecidos”

4. Instalar um Anti-vírus, cuidando para mantê-lo atualizado, monitorando arquivos baixados da internet e com varreduras regulares só para ter certeza… e não abrir arquivos com extensão duvidosa (.exe, .scr, .com, etc) recebidos por email, a não que sejam de fontes confiáveis *e* o antivírus não tenha detectado nada neles.

5. Manter o Windows e o Office atualizados através do Microsoft Update.

Estas duas últimas são elementares, coisa que até crianças do pré-escolar deveriam saber de cor e salteado, porém tive que colocar para não cair no erro da negligência.

Mais dicas serão acrescentadas assim que forem descobertas (em termos de segurança, jamais existe uma palavra final)

Ancient Empires

4 out

É um jogo, que joga-se no celular, em resolução de 220*176 pixels, de estratégia, onde se comanda um exército contra as forças anciãs do mal. À medida que se avança nas estratégias e no jogo, ampliam-se as possibilidades de recursos de guerra. Começa-se com o mais básico: soldado: custa $150 em moeda local, é o único tipo além do Rei capaz de ocupar vilas, que depois de ocupadas produzem dinheiro a cada rodada; flecheiro: custa $250 e seu grande em relação aos demais membros do exército é a possibilidade do ataque à distância: exatamente uma quadra (pode ser acima, abaixo, esquerda, direita e nas diagonais), porém ao ser atacado cara-a-cara é menos resistente que o soldado, este é o único capaz de efetuar um ataque eficaz contra dragões, a hierarquia mais alta do jogo; depois temos o elemento do mar, que possui altíssimo poder de ataque/defesa e locomoção rápida quando está na água, custa $300; a fada, com o poder de reanimar os mortos, convertendo-os em soldados zumbis tão poderososos quanto os soldados (só que sem o poder de ocupar vilas); daí temos o Dire Wolf, que se movimenta extremamente rápido, possui um ataque poderoso que deixa as vítimas doentes, com grau de locomoção reduzido; o Golemon, que mais parece uma muralha ambulante, com altíssimo poder de combate/defesa cara-a-cara; ambos custam $600; subindo um pouco mais na hierarquia temos o lança-bombas, com ataque à uma distância uma quadra a mais que os flecheiros em todas as direções, porém caso fiquem isolados tornam-se indefesos no combate cara-a-cara; e no último posto fica o dragão que pode “voar” de entre pontos distantes, possui ataque com poder semelhante ao Golemon, porém é sensível aos ataques dos flecheiros, podendo ser eliminado com as flechadas de 3 flecheiros novatos, por exemplo.

Existem duas versões a 1 mais antiga e a 2 que possui um pouco mais de dificuldades (e inteligência artificial). Continue reading 

Preparando MP3′s para o celular Motorola

25 jul

O telefone celular Motorola E398 possui excelentes recursos de áudio, com caixas de som estéreo de 22Khz embutidas. Mas tem uns problemas, que não foram consertados nem no seu sucessor, o ROKR E2, segundo o Wikipedia: algumas músicas são “puladas” pelo tocador e jamais tocadas.

Para consertar este problema e de quebra conseguir mais espaço para colocar mais músicas no aparelho, reduz-se o bitrate dos arquivos de áudio para 64 kbps. Continue reading 

Windows Vista: avistado

14 jul

Com uma interface levemente alterada (pra melhor) em relação ao Windows XP e todos os Windowses anteriores, e com muuuita fome de memória RAM, chegou a tão aguardada nova versão do sistema operacional praticamente ubíquo no mercado, com mais de 90% da fatia do mercado mundial de computadores pessoais.

Disse pessoais, pois na empresa que trabalho praticamente todas as máquinas são Linux (quem sabe pra economizar em gastos com pentes de memória RAM…)

Como não sou bobo nem nada, já adquiri a minha cópia, comprando também o notebook HP Pavilion no qual ela foi instalada. Tive que tirar o pente de 512 Mb que veio nele e trocar por dois pentes de 1 Gb em dual channel pra fazer a minha cópia do Windows Vista Home Basic funcionar sem usar a memória swap direto. Mas compensou: agora tenho gadgets funcionais no lado direito da tela, uma placa de vídeo onboard mas que me permite fazer 3076 pontos no 3DMark01 e rodar com folga o Comanche 4 Demo em 1024×768 e detalhes gráficos tudo em high, sincronização do Tungsten funcionando, Internet Explorer 7 que me permite ver thumbnails de todos os sites que estou visitando, um jogo Freecell completamente remodelado com novos efeitos gráficos e de som, Acrobat Reader 8 que me permite re-abrir um arquivo pdf na exata página em que o fechei, Continue reading 

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