Nothepad

04/04/2009

Dual boot Vista/Intrepid em RAID0 (nForce)

Arquivado em: linux, windows — nothepad @ 23:44

O Windows Vista reconhece automaticamente o RAID0 da NVIDIA. A nova versão, Seven, também provavelmente reconhecerá.
Com o Vista instalado em sua partição, partiremos para a parte mais difícil, a instalação do Ubuntu Intrepid X86_64
Estes são os passos seguidos (YMMV):

  1. Boot do Live CD
  2. Ativar a conteúdo comunidade (em Canais de software)
  3. Abrir  terminal:
    sudo apt-get install dmraid
    sudo modprobe dm-raid4-5
    sudo dmraid -ay
    ls  /dev/mapper # pra conferir se as partições aparecem.
    
  4. No meu caso:
    Coloquei os dois discos da arranjo nas portas SATA2 e SATA3, assim ficou
    nvidia_adegbbba
    nvidia_adegbbba2 Vista
    nvidia_adegbbba3 /home
    nvidia_adegbbba4 NTFS (armazenamento, na parte mais lenta do array)
    nvidia_adegbbba5 SWAP
    nvidia_adegbbba6 /
  5. Na primeira rodada do ubiquity, apenas configura-se o particionamento e reinicia. Na segunda rodada é que se faz a instalação após repetir passos 1-3. Atentar para no fim da instalação selecionar opção avançada->não instalar o grub.
  6. Continuando, comandos para o pós-instalação… (mais…)

27/02/2009

Sincronização do Evolution com Scheduleworld no Ubuntu Hardy

Arquivado em: internet, linux, palm — nothepad @ 2:13
  1. Adicionar a seguinte linha no /etc/apt/sources.list:
    deb http://www.estamos.de/download/apt stable main
  2. aptitude update
  3. aptitude install syncevolution (responda “Sim” ou “Yes” de acordo com o idioma utilizado etc.)
  4. (supondo cadastrado no scheduleworld.com com nome de usuário xx e senha yy)
  5. USER=xx PASSWORD=yy syncevolution --configure --sync-property "username=$USER"  --sync-property "password=$PASSWORD" scheduleworld
  6. Para sincronizar: syncevolution scheduleworld (dá pra criar um link na área de trabalho para agilizar no dia-dia)
  7. Em caso de falhas: less  /tmp/SyncEvolution-${USER}-scheduleworld/client.log (se der erro de evolution com lista de endereços abrir o evolution, anotar nome da lista principal – por exemplo, “Pessoal” – e corrigir configuração com  syncevolution --configure --source-property evolutionsource=Pesssoal scheduleworld addressbook)
  8. Os dados de calendário, lista de endereços, notas e tarefas estarão sincronizados no Scheduleworld, permitindo a fácil sincronização com celulares, PDAs, Outlook etc. Só o gmail parece que tem uns problemas no momento (toda vez que sincronizo recebo uma mensagem “Google autoSync failed”.

01/03/2008

Como conectar o Motorola ROKR E2 com um Desktop Linux em rede

Arquivado em: linux — nothepad @ 20:59

1. Configuração do celular

Entre em configurações, depois em conexões, e, em USB, selecione USB NET. Caso não apareça na lista (caso só a pareça as opções de memory card e usb modem), será necessário atualizar a firmware para uma versão mais nova, vide este site .

2. Configuração do computador

Vamos precisar dos módulos: usbnet, mii, cdc_ether e não podemos esquecer do cdc_subset (podem ser encontrados e drivers -> net -> usb no make menuconfig)

Ok, módulos carregados, basta conectar o cabo USB e configurar a rede com o comando:

ifconfig usb0 inet 192.168.1.1 up

Podemos testar com:

[root@localhost linux-2.6.22-0.ydl.rc4]# ping 192.168.1.2
PING 192.168.1.2 (192.168.1.2) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.1.2: icmp_seq=1 ttl=64 time=6.20 ms
64 bytes from 192.168.1.2: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.842 ms

Ou, melhor ainda…

[root@localhost linux-2.6.22-0.ydl.rc4]# telnet 192.168.1.2
Trying 192.168.1.2...

(mais…)

09/02/2008

Arquivos copiados de partições Windows aparecem verdes? Eis aqui a solução.

Arquivado em: linux, windows — nothepad @ 17:08

Em qualquer migração para o sistema Linux, invariavelmente temos que mover/copiar os arquivos que usávamos no Windows, afinal de contas, trata-se de uma migração, e queremos ter acessos aos arquivos da mesma forma que no sistema anterior (bom, não exatamente na mesma forma, já que o OpenOffice não abre arquivos .docx, .xlsx e .xlsxm do Office 2007). Então, copiados os arquivos, eles aparecem verdes na listagem de diretórios do terminal. Como cenários parecidos com este de cópia de arquivos tem se tornado freqüentes, decidi automatizar o processo de “conserto” das permissões dos arquivos e diretório através do seguinte script bash, nomeado bin/unvfatize.sh
:

#!/bin/bash
#este script, corrije permissões de arquivos vindo de partições VFAT/NTFS
#Compatível com nomes de diretório contendo espaços (tm)

dir="$@"
if [ -z "$dir" ]; then
        echo No directory name given, using actual directory in 5 seconds, press ctrl-c to cancel...
        sec=5
        while [ $sec -ge 0 ]; do
                sleep 1
                echo -n "$sec "
                sec=$((sec-1))
        done
        dir=.
fi
echo -n "Analyzing directory infra-structure..."
mb=$(du -sm "${dir}"|awk '{print $1}')
echo "Will fix $mb MB of data"
echo Fixing Directory permissions...
find "${dir}" -type d -exec chmod 0755 \{} \;
echo Fixing File permissions...
find "${dir}" -type f -exec chmod 0644 \{} \;
echo Done.

19/01/2008

Como transformar o Playstation 3 num super-computador

Arquivado em: linux — nothepad @ 20:14

ALERTA: caso esteja jogando jogos no PS3, e deseje preservar o progresso já feito, e não ter que passar de fase de novo, é necessário fazer backup dos dados antes de formatar o HD. Para tanto, conecta-se um HD removível ou pen-drive USB e seleciona-se a opção adequada no menu. Geralmente em 10 minutos mais ou menos todo o conteúdo (incluindo jogos, demos, atualizações de jogos, vídeos, música etc) é salvo. 

Super-computador o Playstation 3 já é, falta apenas instalar o software. Segue procedimentos de instalação do ambiente de programação (versões 2.1 ou 3.0) no Linux (Yellow Dog, Fedora)

CELL SDK 2.1 –> Yellow Dog Linux 5.0.2
como: http://ftp.yellowdoglinux.com/pub/yellowdog/betas/Cell_SDK_2.1/INSTALL.txt
testado: sim

Bom, o processo foi relativamente simples, basicamente bastou baixar uns 184 Mb de rpm’s (cell sdk 2.1 + glibc 2.5) , e copiar e colar os comandos, e o principal: finalmente consegui rodar o programa Hello World, depois de ter tentato no Fedora 8 e Debian testing e nao conseguido. Pena que tive que formatar o disco para poder instalar o Yellow Dog, ja que nao consegui instalar dois linuxes ao mesmo tempo no PS3, como tinha planejado.

CELL SDK 3.0 -> Fedora 7
usando o kernel: 2.6.21-1.3194.fc7
testado: sim  (mais…)

25/07/2007

Preparando MP3’s para o celular Motorola

Arquivado em: Pessoal, internet, linux — nothepad @ 3:18

O telefone celular Motorola E398 possui excelentes recursos de áudio, com caixas de som estéreo de 22Khz embutidas. Mas tem uns problemas, que não foram consertados nem no seu sucessor, o ROKR E2, segundo o Wikipedia: algumas músicas são “puladas” pelo tocador e jamais tocadas.

Para consertar este problema e de quebra conseguir mais espaço para colocar mais músicas no aparelho, reduz-se o bitrate dos arquivos de áudio para 64 kbps. (mais…)

27/04/2007

Acesso à internet via Bluetooth no Linux

Arquivado em: internet, linux, palm — nothepad @ 22:09

Bom, para receita, precisaremos dos seguintes ingredientes:

Distribuição utilizada: Ubuntu Feisty Fawn 64 bits, mas pode utilizar outra de acordo com o gosto (todos os módulos e softwares necessários vem instalados nesta distro por padrão, o único pacote que instalei foi o bluez-pin para ter uma interface de usuário na hora de colocar a senha do pareamento bluetooth).

Hardware: Computador de mesa/notebook com bluetooth e acesso à internet, handheld palmOne TUNGSTEN E2, mas deve ser possível utilizar qualquer outro que possua Bluetooth e softwares de conexão à internet.

Módulos do kernel:

  • hci_usb
  • rfcomm
  • e demais módulos encontrados na maioria dos kernels, relacionados a usb e NAT

Softwares Linux:

  • bluez (pacotes bluez-pin e bluez-utils além do bluez-pin)
  • ppp
  • modprobe, iptables, etc.

Primeira parte: Linux

  1. Carregue o módulo (mais…)

04/03/2007

Lendo notícias RSS no Emacs/GNUS

Arquivado em: internet, linux — nothepad @ 17:52

Bom, primeiramente, é necessário obter o endereço do feed de RSS, então, dentro do buffer Group do GNUS (aquele em que aparecem os emails, grupos de Usenet e feeds RSS) pressiona-se a combinação de duas teclas G R, daí no buffer de baixo vai pedir o endereço do feed, aí é só colocar aquele endereço que foi obtido inicialmente (vai ser pedido um nome e descrição pro feed, basta pressionar enter para usar nome/descrição fornecidos pelo próprio feed em si).

GNUS

Para ver quantas notícias novas (ainda não lidas) tem neste feed, pressiona-se o comando g, daí o GNUS baixa todas as notícias/emails novos de todas as fontes, e aparece a quantidade antes do nome do feed.

Para acessar o feed, basta mover o cursor até a linha do feed, e pressionar (mais…)

20/02/2007

implementação, exemplos, erros

Arquivado em: linux, math — nothepad @ 17:10

Oops. Isto ainda não funciona 100%.

Melhorias e automatização do processo. Este o objetivo deste script. Basta criar uma fórmula matemática (ou qualquer texto) no aplicativo lyx, salvar e exportar para TeX (pdflatex), e rodar o wpize.py em cima do arquivo. A última linha vai mostrar uma string, que basta ser copiada e colada aqui para funcionar (claro, dá pra mexer nela para corrigir algumas falhas do lyx, para descobrir alguns códigos \LaTeX para símbolos matemáticos veja esta página):

\begin{tabular}{|c|c|c|c|c|} \hline  a11& \dots& a1j& \dots& a1n\tabularnewline \hline  \vdots& & \vdots& & \vdots\tabularnewline \hline  ai1& \dots& aij& & \vdots\tabularnewline \hline  \vdots& & & & \vdots\tabularnewline \hline  am1& \dots& \dots& \dots& amn\tabularnewline \hline \end{tabular}
Curiosamente não se consegue colocar pontos diagonais (\ddots=\ddots) nem subscritos (a_{ij}=a_{ij}) dentro de tabelas, usando o ambiente tabular, o comando falha e aparece algo como:

\begin{tabular}{|c|c|} \hline  \ddots& a_{ij}\tabularnewline \hline \end{tabular}

O script que faz esta comodidade virar realidade está disponível para download na seção de arquivos. Agora vai uma proposição qualquer para apreciar a beleza da mãe de todas as ciências (gerado por wpize2-nonmath.py propo1.tex):

Proposição 1. Se f: U\rightarrow R é uma função diferenciável em um conjunto aberto U de R^{2}, então o gráfico de f, isto é, o subconjunto de R^{3}dado por (x,y,f(x,y))para (x,y)\in U, é uma superfície regular.

Mais tarde, a resolução de um exercício em que se demonstra esta proposição.

Nota: o wpize.py é só pra fórmulas (não mais de dois $’s), o wpize2-nonmath.py é pra textos, que tenham fórmulas dentro de cifrões ($). O segundo é um fork do primeiro.

Modo de uso: abra o lyx, escreva os textos/fórmulas, salve, exporte para TeX (plain), abra um terminal e execute o script com o nome do arquivo .tex exportado como argumento (é o mesmo do .lyx, só que ao invés de .lyx a extensão é .tex). Na última linha vai aparecer o código pronto pra colar no WordPress.

19/02/2007

BR-Linux + obm-l = fórmulas matemáticas no WordPress.com

Arquivado em: internet, linux — nothepad @ 1:51

No site BR-Linux apareceu uma notícia de que o site wordpress.com (onde este blog está hospedado) tem suporte a \LaTeX! Então, vamos testar, usando uma soma postada na lista obm-l (da PUC):

S_n(x) := \sum_{k=1}^n \frac{\lfloor kx\rfloor}{k} = \sum_{k=1}^n [kx]/k <= [nx], n=1,2,... x\in R

Funciona, apesar da cor ser diferente.

Este foi feito no software lyx, recém-instalado e usado pela primeira vez (nenhum conhecimento):

\begin{tabular}{|c|c|c|} \hline a& & 1\tabularnewline \hline & & \tabularnewline \hline 2& & b\tabularnewline \hline \end{tabular}

blergh, tive que “deswrapear” as linhas separadas e colocá-las numa só, pois este comando qualquer_coisa \ só funciona em uma linha!

Mas isto tira-se de letra: basta usar o sed, ou interativamente, com as macros do editor Emacs.

04/02/2007

Dá pra usar o sed pra editar arquivos sem usar arquivos temporários

Arquivado em: linux — nothepad @ 12:24

Esta dica vem do site de notícias Dicas-L, mas como foi algo novo e interessante, resolvi colocar aqui para memória posterior (do tipo ah? onde tinha a dica de como editar arquivos com o sed sem se incomodar com arquivos temporários? me esqueci! ah! mas escrevi sobre isto no meu blog! pois afinal de contas, um dia eu ainda iria precisar disto!)

Então o truque consiste em abrir uma sub-shell que irá abrir o arquivo em questão num processo separado, e esta sub-shell poderá escrever diretamente no arquivo original, pois os dados originais passarão pela memória da sub-shel, não sendo perdidos:

echo "$(sed 's/nao/sim/' teste.txt)" > teste.txt

(mais…)

08/01/2007

Resolução

Arquivado em: linux — nothepad @ 14:45

Bom, o kernel foi compilado com sucesso, na verdade o problema não era com compatibilidade 32bit <-> 64 bits, mas sim o fato de ter sido escolhido a opção Include IDE/ATA-2 DISK support como módulo ao invés de compilado dentro do kernel, pois desta forma sem este driver o kernel sequer conseguiu acessar o disco rígido para carregar o sistema operacional.

Porém, valeu a experiência: para trapacear o uname -m, não precisa editar o Makefile, basta adicionar as opções no comando, desta forma:

make menuconfig SUBARCH=i386 ARCH=i386

Desta forma aparece o suporte ao VIA C3 ao invés do x86_64 na configuração, e depois para montar o pacote do kernel pelo comando make-kpg (apt-get install kernel-package), tem mais uma opção:

make-kpkg –arch i386 kernel_image

Aproveitando o maior poder de processamento da arquitetura AMD64 (incluídos processador Athlon64 3500+, 512Kb de cache, barramento Hypertransport de 1Ghz).

Estou usando este kernel, e utilizo os módulos

  • para ler sensores de temperatura: it87 i2c-isa i2c-viapro i2c-core
  • … sensor da bateria: battery
  • … modificar o clock da CPU, se preciso: longhaul

Dizem que o brilho das telas LCD dos notebooks atinge meia-vida (perde 50%) depois de 18 meses, o meu chegou no vigésimo, hummm, algum interessado em comprar esta belezinha?

07/01/2007

Compilando kernel 2.6.20 para plataforma i386 em em uma máquina AMD64

Arquivado em: linux — nothepad @ 2:41

Instalei o Ubuntu 6.10 num notebook com processador VIA C3, e quis diminuir (ainda mais) o barulho produzido pelo cooler. Porém para isso preciso dos módulos i2c-viapro, i2c-isa e it87, conforme o comando sensors-detect me informou.

Mas no kernel que vem no Ubuntu, não tem estes módulos. Instalei o pacote linux-source-2.6.17, descompactei numa pasta qualquer e fui configurar. Não encontrei os módulos necessários. Então baixei o kernel 2.6.20-rc3 da pasta pool do archive.ubuntu.com. Configurei o kernel com os drivers necessários para sensores, mais uns módulos para regulagem da velocidade do processador, suporte a placa de vídeo, som e rede onboard, enfim tudo pronto para dar um make-kpkg kernel_image. Como o processador é lento, o processo de compilaćão é demorado. Portanto resolvi compilá-lo numa Workstation (sim, posso chamar de workstation pelo poder de processamento) Athlon64 3500+, com Debian unstable versão amd64 instalada.

copiei via rede os arquivos .tar.bz2 do kernel 2.6.20 do repositório oficial Ubuntu e .config da configuraćão feita previamente, e qual não foi a surpresa quando o make-kpkg se recusou a compilar o kernel para a plataforma i386:

dpkg-architecture: warning: Specified GNU system type i486-linux-gnu does not match gcc system type x86_64-linux-gnu.

e nada feito. Então resolvi usar uma jaula chroot que roda em 32 bit, com chroot /var/chroot/sid-ia32.

E não é que também deu erro? Então no make menuconfig, apareciam apenas processadores 64 bit na općão Processor type and features -> Processor family. Mas isto é impossível! Afinal, estou dentro de uma jaula de 32 bits, e o sistema deve saber que deve gerar executáveis 32 bits! Então descobri a raiz do problema: dentro do Makefile, para setar a variável SUBARCH, era pego a saída do comando uname -m, que mesmo dentro da jaula 32 bits, indicava estar rodando numa plataforma x86_64. Então foi fácil: bastou adicionar

SUBARCH := i386

na linha seguinte, hehe. Mas será que vai funcionar? não vai dar kernel panic: unable to mount root filesystem como nas tentativas anteriores? Neste eu já tinha perdido mais tempo do que se tivesse esperado a compilação do kernel terminal no meu bom e velho notebook com processador VIA C3 de 1Ghz. Mas tenho que progredir, e o fim desta história, somente no próximo post.

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